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IA VS DIANA
Ela ia, a Diana vai!
Reality Check time: e vamos diretas ao assunto, porque eu gosto de dizer as verdades e, como diz como diz o o meu arqui-inimigo director criativo do populismo reacionário: “eu digo o que tenho a dizer, doa a quem doer!”. Mas atenção: tirem daqui o populismo e a demagogia, que eu sou bastante democrática. A minha única radicalidade, é e será, a honestidade.
Um clique, dois prompts bem esgalhados e a Inteligência Artificial cospe um logótipo genérico-mas-bonito ou um texto milimetricamente polido e altamente plastificado. Leva a trina de adjetivos da praxe, uma barra comprida e aquela “jornada” ultra-previsível que vês replicada em loop por todo o ecossistema digital. A tecnologia é incrível, admito, e tem a sua própria magia. Só que quando toda a gente usa a mesma receita, a autenticidade morre. Onde é que ficou o fator UAU? E o teu posicionamento, foi para onde?"
É por isso que, para mim, o branding é um ato de maiêutica, o método filosófico de Sócrates baseado na ideia da “arte de dar à luz”, ou um “parto intelectual”. Neste caso, refiro-me a uma vontade e a uma identidade que já existiam dentro de ti, mas que precisava de mãos artesanais, visão estratégica, sensibilidade estética, intuição afiada e método.
Gerar soluções padronizadas é fácil, agora, quero ver a IA a diagnosticar o problema que realmente precisa de ser resolvido.
É aí que a IA sugere, a intuição distingue, e a Diana resolve.
O QUE O GPT NÃO TE DÁ
Enquanto os geradores automáticos habitam o universo previsível dos pixels, o meu processo orgânico, elétrico, visceral, errático na busca, cirúrgico na entrega e carregado de alma. Quando mergulho num projeto, entro numa espécie de transe criativo, o hiperfoco toma conta, as ideias começam a cruzar-se, as referências ganham novas interpretações, e claro, perco sempre a noção do tempo. É um estado de imersão que nenhuma máquina consegue replicar.
A máquina também não tem a perspicácia de ler as tuas hesitações ou perceber aquilo que ainda não conseguiste pôr em palavras durante um briefing.
Criar não é apenas combinar elementos, muitas vezes começa com uma inquietação ou uma associação improvável que a razão ainda não conseguiu lá chegar.
Aquilo que eu tenho, e ela não tem para te dar:
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Empatia customizada, porque o teu negócio não é um molde em série, ele merece olhar dedicado e uma escuta ativa, longe de fórmulas pré-fabricadas.
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Design com Main character energy, é tipo, aquela faísca criativa inexplicável, o detalhe insólito e intencional que faz as pessoas pararem o scroll.
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Estratégia a farmar aura, design pensado para o mundo real, que conversa com pessoas de carne e osso, e não fala só com robot de busca.
Eu não sou um robô [ ✓ ] reCAPTCHA

Se o que procuras é um design homogéneo e saído de uma linha de montagem, o Canva e o ChatGPT estão cheios de templates caixas de texto à tua espera. Vai-te a eles.
